sexta-feira, 30 de novembro de 2007

FÉ CORINTHIANA É INABALÁVEL!


FÉ ATÉ O FIM.
TUDO VAI DAR CERTO.
EU ACREDITO ACREDITO ACREDITO ACREDITO...
ASSIM É.
VAI MEU CORINTHIANS NÃO PARA DE LUTAR!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

E MAIS UMA VEZ LÁ VAMOS NÓIS...


É hj!!!!

Assim começou meu dia logo que acordei.
Poxa, como pode a primeira coisa que vem na cabeça ao abrir osolhos é isso????
É HJ!!!!!
Ligo meu cel...vários torpedos de Vamos Corinthians.
Até de uns amigos "rivais" dizendo que apesar de tudo, por saber como sou com o Corinthians esperam que tudo dê certo.
Vou ler o jornal leio do Corinthians jogo o resto fora.
Telefone com as hermanitas logo cedo, todo mundo me dizendo que dormiu mal a noite tá nervoso, na ansiedade...todos iguais a mim.
Abro meu orkut mais mensagens de É HJ.
Vou na minha Mãe, levar o ingresso de um guardinha do banco onde ela tem conta, pois já faz alguns jogos que ela tá pagando ingresso pra ele.Pq como a maioria da nossa torcida não tem condições de pagar.
Solidariedade tb é marca do Corinthiano.
Probelmas com ingressos, PROMOÇÃO PORRA NENHUMA, tudo na mão de cambista...enfim...MAIS UMA BATALHA NA VIDA DO CORITNHIANO.
E É HJ MSM!
HJ É NOITE DE CORINTHIANS!
HJ É NOITE DE TUDO OU NADA...
HJ É MAIS UMA DAS TANTAS VITÓRIAS SOFRIDAS QUE ESTAMOS INDO BUSCAR.
Velas pra São Jorge, só de pensar no jogo os olhos lagrimejam....mas fazer o que???
Se é assim msm que CORINTHIANO torce e sente.
O que vai acontecer hj?
Nenhum de nós sabemos.
Mas não importa.
Levamos no peito SOMENTE A FÉ CORITNHIANA E A CERTEZAQUE MAIS UMA VEZ A FIEL FAZ A SUA PARTE.
Vamos GUERREIROS que somos pra mais uma luta.
Não temos as melhores armas, alias temos um tiro SÓ que é certo somente; nome dele: FELIPE.
Mas temos O NOSSO AMOR PELO CORINTHIANS e ISSO COM CERTEZA SEMPRE FOI ESERÁ A MAIOR ARMA QUE TEMOS...E EM MUITOS MOMENTOS FEZ TODA A DIFERENÇA.
E ASSIM MUNIDOS DESSA NOSSA LOGICA E MISTICA ( QUEM NÃO É ,NÃO ENTENDE) VAMOS PRA NOSSA CASA NO PACAEMBU ESPERANDO QUE A NOITE SEJA ILUMINADA E O CHEIRO DE ARRUDA ESTEJA NO AR.


SÃO JORGE ILUMINE NOSSO CORINTHIANS E NOSSA GENTE.


QUE ASSIM SEJA ...


GRAÇAS À DEUS!



VAI NOSSO CORINTHIANS LUTAI POR NOS HJ!!!!!!!!!

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

SARAVÁ JORGE!

SARAVÁ JORGE!
by TODA PODEROSA WAWA.

Tem fé que Jorge é de ajudar,A todo Brasileiro, Corinthiano Guerreiro.
São Jorge cavaleiro da flor,São Jorge protetor, protetor, protetor.
Oxossi da mata, ogun do ferroSalamaleico, aleicon, salamalan
Estórias de um santo lutador,
Líder soberano dos templários,
No povo, a sua força se perpetuou,
E hoje vive em nosso imaginário.
Mas todo imaginário tem valor,
E pode transformar esse cenário
A mente criadora é um dom maior
Naqueles que são revolucionários.
E é por isso que ele é tão querido,
Em todos os lugares,
Pelas crianças, pela população
No povo, a sua força se perpetuou,
E hoje vive em nosso imaginário .
Tem fé que Jorge é de ajudar
A todo Brasileiro, Corinthiano Guerreiro.


TENHO FÉ!

SARAVÁ ...SARAVÁ SÃO JORGE VAI NOS AJUDAR!

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

FÉ CORINTHIANA!




Nossa Sra do Brasil, ilumina o time mais brasileiro: nosso CORINTHIANS!
Amém
VAMO VAMO MEU TIMÃO NÃO PARA DE LUTAR!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Nasceu!!!!!!!!

Nasceu o Blog da Comunidade Toda Poderosa Corinthiana.
É um espaço a mais para que possamos postar reportagens do
nosso Todo Poderoso, fotos de encontros, acontecimento e tudo
o que for de interesse das Poderosas e do Corinthians.
Ele ainda não está terminado e sugestões são bem vindas sempre.

bjs alvinegros Poderosos.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Um simples José...


No dia 23 de outubro de 1911, nasceu um José.
Na Espanha em Malaga.
Veio para o Brasil menino ( 1 ano e meio), junto com seus pais que fugindo da guerra, da fome e da miseria na Europa.
No Brasil a familia foi para uma fazenda substituir o trabalho escravo.
Ficou por 8 anos na lavoura, onde já trabalhava desde menino, ajudando os Pais e irmãos.
Fugiu junto com a familia, pois os donos da terra além de explorarem o trabalho dos imigrantes, os msm ficavam presos a dividas dentro dos armazens da fazenda.
Veio pra SP com 8 anos, nunca frequentou escola, calçou um sapato só com essa idade.
Começou a trabalhar nas industrias Matarazzo, onde foi operário por mais de 50 anos...perdeu parte de um dedo em uma maquina de corte de lata.
Autodidata, aprendeu a ler e escrever sozinho.
Politizado, sindicalizado, socialista e petista... frequentava as reuniões do Partido Comunista na epoca dura da Ditadura no Brasil.
Guarda costa voluntário de Luiz Carlos Prestes por muitos anos...
Corinthiano doente e fanático.
Sonhava com um operário na Presidencia, morreu infelizmente antes de ver esse sonho se tornar realidade.
Viveu na simplicidade e humildade, mas foi rico de dignidade e carater.
Esse José era meu avô. Tenho o maior orgulho dele.
A herança que deixou pra mim e pro meu irmão foi o que ele sempre acreditou em um mundo onde a justiça social e a igualdade fossem possiveis.
Deixou tb as lembranças de tardes em sua casa e de qdo íamos ver o Corinthians com ele.
Eu e o Gordo adoravamos perguntar:
-Vô onde é o jogo?
Ele respondia:
-No PAICAMBU !
E eu e meu irmão caiamos na risada e perguntavamos mil vezes até chegar ao estadio...só para ele falar errado.
E ele sabio, como sempre, ria sorrateiramente da nossa "infantil" maladragem.
Poxa já fazem 15 anos que não tenho mais a presença dele fisica diante dos meus olhos, mas não tem um só dia da minha vida que eu não me lembre dele.
Não há uma história dele que não tenha contado pra minha filha.
Ele influenciou muito a formação que eu e meu irmão carregamos conosco.
Vô...se sabe assim como vc não tenho religião, mas acredito nessa força que move o Universo, sei lá uns chamam de Deus e sei que a tua presença é verdadeira ainda
hj em mim, na Mamãe, no Papi , no Gordo e na Bah.
Parabéns Vô pelo seu aniversário pq vc sempre estará vivo dentro de mim e ai a onde vc está junta uns corinthianos, chama o Dudu pra darmos força pro nosso Timão aqui tá?


TE QUIERO MUCHO

COMPAÑERO JOSÉ
MI ABUELLO GITANO!



saudades...saudades...saudades

Na foto ele e o Gordo pequeno em Santos.



segunda-feira, 15 de outubro de 2007

13 de outubro de 1977 ...por Gordo

13/10/1977 Trinta anos depois (Onde você estava naquela noite?)
Alguns dizem que brasileiro não tem memória, mas corinthiano tem, por isso recordarei o que ocorreu naquela noite de 13/10/1977.
Eu diria que esse relato é histórico, pois se destina a provar mais que a fidelidade de uma torcida, mas o valor e a perseverança de um povo na quase sublime devoção pelo esporte de sua terra, digo isso porque o Corinthians campeão é povo campeão.
Lembro que estava na primeira série primaria do colégio Dom Bosco, no bairro da Mooca, porém aquele dia não iria à escola, pois era um dia especial, minha família tinha um compromisso da mais alta importância, no começo da tarde saímos (eu, minha mãe e minha irmã) do velho IAPEI onde morávamos e fomos em direção á igreja dos enforcados no bairro da liberdade, lembro-me da vela que acendemos na ocasião e dos galhos de arruda que minha mãe pediu para não perder até que o jogo tivesse terminado.
Lá pelas seis horas da tarde, meus primos passaram em casa para levar-nos ao estádio do Morumbi num velho Opala, lembro-me, que no trajeto havia um mar de bandeiras alvinegras e fogos de artifício sendo soltos pelos carros e ônibus que se dirigiam ao local da decisão.
Chegando ao estádio, saboreando um suculento “Hot-Dog”, havia duas preocupações na minha cabeça: A primeira era não perder em hipótese alguma aquele galho de arruda, pois daquilo dependia a vitória daquela noite e a segunda eram os fogos de artifício, que naquela época eram soltos pelos próprios torcedores e que me havia amedrontado tanto no domingo anterior, quando havia sido quebrado o recorde de público do estádio.
Recordo-me bem quando os onze guerreiros de camisa listrada entraram em campo a quantidade de fogos de artifício soltos pelos presentes era tanta que gerava em mim uma mistura de pavor e fascínio diante de um espetáculo tão bonito, lembro-me também, que a quantidade fumaça impedia-nos de observar o goleiro Carlos da Ponte Preta até aproximadamente os 25 minutos do primeiro tempo.
Nunca vou me esquecer que aqueles onze heróis vestidos com a mística camisa listrada lutavam como leões diante de um adversário tecnicamente superior, pois, naquela peleja, houve uma sucessão de ataques e tentativas do time alvinegro, porém a sorte continuava a proteger o arqueiro adversário.
Porém aos 36 minutos da segunda etapa, numa jogada de aproximadamente 22 segundos, talvez cada um deles representando cada ano de agonia e sofrimento dos anos de fila, culminou com o chute certeiro de Basílio (o Libertador), aquele instante parece que tudo parou e passou a acontecer numa rotação diferente do normal e quando me vi estávamos (eu, meu pai, minha irmã e minha mãe) nos abraçando e chorando, eis que, naquele mesmo instante, outras pessoas que mal conhecíamos vinham nos abraçar e chorar, seres humanos de todas as raças e classes sociais, em meio à catarse coletiva de noventa mil pessoas no estádio e milhões pelo país, JAMAIS VOU ESQUECER AQUELE MOMENTO.
Dali em diante cada minuto parecia uma eternidade, seja pelo barulho ensurdecedor que os milhares de apitos faziam enquanto a Ponte Preta estava com a bola, seja pela agonia de ver meus pais sofrendo tanto naquele instante, seja pelas minhas mãos suadas que não podiam soltar aquele galho de arruda.Porém quando o juiz decretou o fim daquele jogo às horas que se sucederam foram de puro êxtase coletivo com a torcida invadindo o gramado, mesmo com o forte aparato policial, com o povo tomando conta das ruas da cidade de São Paulo provocando até porque não dizer, uma subversão da ordem, durante anos de chumbo da década de 1970.
Chegando em casa, eu e meus familiares fomos recepcionados por amigos e outros familiares, lembro especialmente do meu avô, um imigrante espanhol e operário da indústria Matarazzo e corintiano “doente”, com uma faixa na cabeça escrito “CAMPEON” e o saudoso e lendário corintiano “Pica Pau”, meu tio por sinal, chorando copiosamente, a partir disso a festa varou madrugada adentro no prédio 15 da rua Professor Demóstenes, provocando muita reclamação dos vizinhos nos dias que se sucederam.
Naquela noite, quando fui repousar coloquei a mão no bolso, pegando o galho de arruda e feliz comigo mesmo, pensei, por um momento, que tinha dado minha contribuição para aquela vitória, mal sabia aquele garotinho que havia sido observador de uma das páginas mais bonitas da historia de um povo e que aquela noite jamais terminaria para um homem que a partir dali moldava seus valores éticos, morais e políticos.