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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Bárbara

Minha filhota, arrebentando na bateria, apresentação de final de ano, cujo o tema foram os Beatles.

Sempre estilosa!!

domingo, 4 de outubro de 2009

Rápidas de La Bodeguita.

  • LULA-RIO 2016

Texto muito mas muito bom do Gordo, que demora para atualizar seu blogue (para tristeza de seus seguidores) mas quando faz diz tudo e mais um pouco. Mandou bem Hermanito.

  • CORINTHIANS

Vou deixar por conta dos meus Companheiros: Filipe , Claudio e Larissa. Disseram tudo. Está na hora da diretória, jogadores e afins ACORDAREM. E os ingressos? Vão continuar custando um absrudo para ver corpo mole em campo? LAMENTÁVEL!

  • LA NEGRA

Morreu Mercedes Sosa, La Negra. Na minha opinião uma das cantoras mais importantes da América Latina. Eu sou sua fã incondicional. Sua voz era guia para todo povo latino americano, na luta contra as ditaduras que habitavam nosso continente. Cantou grandes compositores como Chico, Violeta Parra e outros... " El canto de usted que és le mismo canto ... y el canto de todos que és mi próprio canto."

VAI CORINTHIANS!

domingo, 16 de agosto de 2009

O meu amor ....

Ahhh essas mulheres de Chico...

sábado, 8 de agosto de 2009

Gracias a la vida ...

O texto matinal do amigo, Seo Cruz ,me inspirou.

Um sabado lindo à todos os amigos!!!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Construção

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contramão atrapalhando o sábado

Grande Chico Buarque.

terça-feira, 31 de março de 2009

quinta-feira, 26 de março de 2009

Rio 2009

Tudo de bom!

PORÉM ... rs quero deixar um recadinho para os homens da minha casa (Marido, Pai e Irmão) rs...

"Fala, Mangueira, fala

Mostra a força da sua tradição

Com licença da Portela, favela

MANGUEIRA mora no meu coração..."

rs....

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Cantar....


Eu já falei sobre disco voador
E da metamorfose que eu sou
Eu já falei só por falar
Agora eu vou cantar por cantar
Já fui garimpeiro
Encontrei ouro de tolo
Eu já comi mentade do bolo
Eu já avisei, só por avisar
Agora eu vou cantar por cantar
Cantar tudo o que vier na cabeça
Eu vou cantar até que o dia amanheça
Eu vou cantar...
Cantar tudo o que vier na cabeça
Eu vou cantar até que o dia amanheça
Eu vou tocar... tocar... tocar...
Cantar tudo o que vier na cabeça
Eu vou cantar até que o dia amanheça
Eu vou cantar...
Já fui mosca na sopa
Zumbizando em sua mesa
Também já fui maluco beleza
Eu já reclamei, só por reclamar
Agora eu vou cantar por cantar

Cantar tudo o que vier na cabeça
Eu vou cantar até que o dia amanheça
Eu vou cantar...


Eu vou cantar!!!

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Vozes da América....

Victor Jara, jovem compositor de música popular, líder da “Nueva Canción”, movimento que pertence à estética da música de protesto.
Capturado dentro da universidade e levado para o estádio de futebol de Santiago que durante os dias de terror foi utilizado como campo de concentração, Jará que não obedeceu à ordem militar de parar de tocar seu violão, teve suas mãos decepadas onde misturou gritos de dor com alguns versos de protesto de sua autoria.
Foi o bastante para que um insano militar calasse o jovem com um tiro em sua cabeça, calando a voz de um grande talento. "Soy un cantor popular... Popular no de popularidad, sino porque pertenezco a la clase trabajadora." - Victor Jara.

CANTO PARA AS MÃOS PARTIDAS DE VICTOR JARA PEDRO TIERRA.

"Quisera chorar teus dedos dilacerados: raízes do meu canto subterrâneo.
Quisera chamar-te “Hermano” como a infância dos rios lava o rosto da terra,mas minha boca sangrava um silêncio de canções amordaçadas.
De tuas mãos se dirá um dia: geravam pássaros de sangue como as primaveras da lua.
Tuas mãos, tristes descendentes das canções araucanas,tuas mãos mortas, casa de canções decepadas,tuas mãos rotas, últimas filhas do vento,guitarras enterradas sem canto,sementes de fuzis, seara de sangue.
Quisera entregar minhas mãos inúteis ao cepo de teus carrascos..."

Soy louca por ti América!