
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
FELIZ FUNDAMENTALISMO CORINTHIANO EM 2008!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
O DOM CORINTHIANO DE SER...
"SÓ EXISTE UM DIA QUE NADA PODE SER FEITO.ONTEM JÁ SE FOI, PORTANTO HOJE É DIA DE ACREDITAR SEM OLHAR PARA TRÁS.
PRECISAMOS ESTAR FORTES O SOL SEMPRE APARECE DEPOIS DA CHUVA.
CORINNTHIANS SOMOS!
DAQUI P/ FRENTE É TEMPO DE ACREDITARMOS CADA UM DE NÓS CARREGA O DOM DE SER CORINTHIANO.
SOY LOCO POR TI CORINTHIANS!!!
SOY LOCO POR TI DE AMORES!!!!"
Madrecita no seu perfil do orkut.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
CORINTHIANISMO HJ MAIS DO QUE NUNCA!

sexta-feira, 30 de novembro de 2007
FÉ CORINTHIANA É INABALÁVEL!

quarta-feira, 28 de novembro de 2007
E MAIS UMA VEZ LÁ VAMOS NÓIS...
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
SARAVÁ JORGE!
SARAVÁ JORGE!by TODA PODEROSA WAWA.
Tem fé que Jorge é de ajudar,A todo Brasileiro, Corinthiano Guerreiro.
São Jorge cavaleiro da flor,São Jorge protetor, protetor, protetor.
Oxossi da mata, ogun do ferroSalamaleico, aleicon, salamalan
Estórias de um santo lutador,
Líder soberano dos templários,
No povo, a sua força se perpetuou,
E hoje vive em nosso imaginário.
Mas todo imaginário tem valor,
E pode transformar esse cenário
A mente criadora é um dom maior
Naqueles que são revolucionários.
E é por isso que ele é tão querido,
Em todos os lugares,
Pelas crianças, pela população
No povo, a sua força se perpetuou,
E hoje vive em nosso imaginário .
Tem fé que Jorge é de ajudar
A todo Brasileiro, Corinthiano Guerreiro.
TENHO FÉ!
SARAVÁ ...SARAVÁ SÃO JORGE VAI NOS AJUDAR!
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
FÉ CORINTHIANA!
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Nasceu!!!!!!!!
Nasceu o Blog da Comunidade Toda Poderosa Corinthiana.É um espaço a mais para que possamos postar reportagens do
nosso Todo Poderoso, fotos de encontros, acontecimento e tudo
o que for de interesse das Poderosas e do Corinthians.
Ele ainda não está terminado e sugestões são bem vindas sempre.
bjs alvinegros Poderosos.
terça-feira, 23 de outubro de 2007
Um simples José...

No dia 23 de outubro de 1911, nasceu um José.
Na Espanha em Malaga.
Veio para o Brasil menino ( 1 ano e meio), junto com seus pais que fugindo da guerra, da fome e da miseria na Europa.
No Brasil a familia foi para uma fazenda substituir o trabalho escravo.
Ficou por 8 anos na lavoura, onde já trabalhava desde menino, ajudando os Pais e irmãos.
Fugiu junto com a familia, pois os donos da terra além de explorarem o trabalho dos imigrantes, os msm ficavam presos a dividas dentro dos armazens da fazenda.
Veio pra SP com 8 anos, nunca frequentou escola, calçou um sapato só com essa idade.
Começou a trabalhar nas industrias Matarazzo, onde foi operário por mais de 50 anos...perdeu parte de um dedo em uma maquina de corte de lata.
Autodidata, aprendeu a ler e escrever sozinho.
Politizado, sindicalizado, socialista e petista... frequentava as reuniões do Partido Comunista na epoca dura da Ditadura no Brasil.
Guarda costa voluntário de Luiz Carlos Prestes por muitos anos...
Corinthiano doente e fanático.
Sonhava com um operário na Presidencia, morreu infelizmente antes de ver esse sonho se tornar realidade.
Viveu na simplicidade e humildade, mas foi rico de dignidade e carater.
Esse José era meu avô. Tenho o maior orgulho dele.
A herança que deixou pra mim e pro meu irmão foi o que ele sempre acreditou em um mundo onde a justiça social e a igualdade fossem possiveis.
Deixou tb as lembranças de tardes em sua casa e de qdo íamos ver o Corinthians com ele.
Eu e o Gordo adoravamos perguntar:
-Vô onde é o jogo?
Ele respondia:
-No PAICAMBU !
E eu e meu irmão caiamos na risada e perguntavamos mil vezes até chegar ao estadio...só para ele falar errado.
E ele sabio, como sempre, ria sorrateiramente da nossa "infantil" maladragem.
Poxa já fazem 15 anos que não tenho mais a presença dele fisica diante dos meus olhos, mas não tem um só dia da minha vida que eu não me lembre dele.
Não há uma história dele que não tenha contado pra minha filha.
Ele influenciou muito a formação que eu e meu irmão carregamos conosco.
Vô...se sabe assim como vc não tenho religião, mas acredito nessa força que move o Universo, sei lá uns chamam de Deus e sei que a tua presença é verdadeira ainda
hj em mim, na Mamãe, no Papi , no Gordo e na Bah.
Parabéns Vô pelo seu aniversário pq vc sempre estará vivo dentro de mim e ai a onde vc está junta uns corinthianos, chama o Dudu pra darmos força pro nosso Timão aqui tá?
TE QUIERO MUCHO
COMPAÑERO JOSÉ
saudades...saudades...saudades
Na foto ele e o Gordo pequeno em Santos.
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
13 de outubro de 1977 ...por Gordo
Alguns dizem que brasileiro não tem memória, mas corinthiano tem, por isso recordarei o que ocorreu naquela noite de 13/10/1977.
Eu diria que esse relato é histórico, pois se destina a provar mais que a fidelidade de uma torcida, mas o valor e a perseverança de um povo na quase sublime devoção pelo esporte de sua terra, digo isso porque o Corinthians campeão é povo campeão.
Lembro que estava na primeira série primaria do colégio Dom Bosco, no bairro da Mooca, porém aquele dia não iria à escola, pois era um dia especial, minha família tinha um compromisso da mais alta importância, no começo da tarde saímos (eu, minha mãe e minha irmã) do velho IAPEI onde morávamos e fomos em direção á igreja dos enforcados no bairro da liberdade, lembro-me da vela que acendemos na ocasião e dos galhos de arruda que minha mãe pediu para não perder até que o jogo tivesse terminado.
Lá pelas seis horas da tarde, meus primos passaram em casa para levar-nos ao estádio do Morumbi num velho Opala, lembro-me, que no trajeto havia um mar de bandeiras alvinegras e fogos de artifício sendo soltos pelos carros e ônibus que se dirigiam ao local da decisão.
Chegando ao estádio, saboreando um suculento “Hot-Dog”, havia duas preocupações na minha cabeça: A primeira era não perder em hipótese alguma aquele galho de arruda, pois daquilo dependia a vitória daquela noite e a segunda eram os fogos de artifício, que naquela época eram soltos pelos próprios torcedores e que me havia amedrontado tanto no domingo anterior, quando havia sido quebrado o recorde de público do estádio.
Recordo-me bem quando os onze guerreiros de camisa listrada entraram em campo a quantidade de fogos de artifício soltos pelos presentes era tanta que gerava em mim uma mistura de pavor e fascínio diante de um espetáculo tão bonito, lembro-me também, que a quantidade fumaça impedia-nos de observar o goleiro Carlos da Ponte Preta até aproximadamente os 25 minutos do primeiro tempo.
Nunca vou me esquecer que aqueles onze heróis vestidos com a mística camisa listrada lutavam como leões diante de um adversário tecnicamente superior, pois, naquela peleja, houve uma sucessão de ataques e tentativas do time alvinegro, porém a sorte continuava a proteger o arqueiro adversário.
Porém aos 36 minutos da segunda etapa, numa jogada de aproximadamente 22 segundos, talvez cada um deles representando cada ano de agonia e sofrimento dos anos de fila, culminou com o chute certeiro de Basílio (o Libertador), aquele instante parece que tudo parou e passou a acontecer numa rotação diferente do normal e quando me vi estávamos (eu, meu pai, minha irmã e minha mãe) nos abraçando e chorando, eis que, naquele mesmo instante, outras pessoas que mal conhecíamos vinham nos abraçar e chorar, seres humanos de todas as raças e classes sociais, em meio à catarse coletiva de noventa mil pessoas no estádio e milhões pelo país, JAMAIS VOU ESQUECER AQUELE MOMENTO.
Dali em diante cada minuto parecia uma eternidade, seja pelo barulho ensurdecedor que os milhares de apitos faziam enquanto a Ponte Preta estava com a bola, seja pela agonia de ver meus pais sofrendo tanto naquele instante, seja pelas minhas mãos suadas que não podiam soltar aquele galho de arruda.Porém quando o juiz decretou o fim daquele jogo às horas que se sucederam foram de puro êxtase coletivo com a torcida invadindo o gramado, mesmo com o forte aparato policial, com o povo tomando conta das ruas da cidade de São Paulo provocando até porque não dizer, uma subversão da ordem, durante anos de chumbo da década de 1970.
Chegando em casa, eu e meus familiares fomos recepcionados por amigos e outros familiares, lembro especialmente do meu avô, um imigrante espanhol e operário da indústria Matarazzo e corintiano “doente”, com uma faixa na cabeça escrito “CAMPEON” e o saudoso e lendário corintiano “Pica Pau”, meu tio por sinal, chorando copiosamente, a partir disso a festa varou madrugada adentro no prédio 15 da rua Professor Demóstenes, provocando muita reclamação dos vizinhos nos dias que se sucederam.
Naquela noite, quando fui repousar coloquei a mão no bolso, pegando o galho de arruda e feliz comigo mesmo, pensei, por um momento, que tinha dado minha contribuição para aquela vitória, mal sabia aquele garotinho que havia sido observador de uma das páginas mais bonitas da historia de um povo e que aquela noite jamais terminaria para um homem que a partir dali moldava seus valores éticos, morais e políticos.
13 DE OUTUBRO DE 1977...por Mônikita
Uma quinta feira eu lembro como se fosse hj....
Eu era menina o Gordo tb e fomos com meus Pais e parentes pro jogo.Estavamos atrás da onde foi o gol do Basilio.
O Morumbi lotado 90 mil pagantes depois do recorde de publico no domingo...sei lá de alguma maneira cada corinthiano lá acreditava que aquela noite era a noite da libertação.
Msm menina eu lembro direitinho de tudo que aconteceu...
A torcida do Corinthians estava diferente naquela noite...qdo finalmente veio o gol até o fim da partida a sensação foi de que como se tudo acontecesse lentamente...devagar...como se cada minuto fosse eternizado pra sempre na memoria de quem estava ali escrevendo a historia.
Lembro das pessoas se abraçando no gol e chorando muito muito msm....um choro libertador.
Lembro de varias pessoas me abraçarem e eu nem sabiam quem eram....lembro até hj de um Sra com bobes na cabeça me beijando rs***, as vezes penso onde estão cada um que vi lá.
O que mais me marcou naquela noite?
Foi no fim do apito e finalmente o grito de CAMPEÃO...sair da boca dos meus Pais...olhei para os dois e nos olhos de cada um deles não estavam os adultos quelevaram seus filhos no estadio.
Eram os olhos de duas crianças que por longos 22 anos e 8 meses ficaram guardados, tinham visto seu time campeão qdo meninos e somente depois de adultos e com filhos....
FOI A IMAGEM MAIS BONITA QUE VI NAQUELA NOITE...
Ahhhhh CORINTHIANS vc lava a alma da gente.Não sei o que é ainda ganhar uma tal de Libertadores...mas isso é uma questão de tempo....
MAS NUNCA NUNCA NADA PRA MIM VAI SUBSTITUIR O QUE VIVI EM 77, NEM A INVASÃO de 76....
TENHO O MAIOR ORGULHO DE DIZER EU TIVE A OPORTUNIDADE DE VIVER ESSA EMOÇÃO.
PQ O QUE AGENTE LEVA DA VIDA E O QUE CABE NO NOSSO CAIXÃO É SOMENTE AS SENSAÇÕES E AS EXPERIÊNCIAS QUE VIVENCIAMOS NA VIDA...
É SER CORINTHIANO É VIVER TUDO DE UMA MANEIRA INTENSA SEMPRE...
E AQUI MINHA SINCERA HOMENAGEM E RESPEITO AOS CORINTHIANOS QUE DURANTE 22 E 8 MESES HONRARAM A CAMISA E FORAM FIEIS AO QUE AMAVAM OU SEJA O CORITNHIANS.
ISSO NENHUMA TORCIDA ATÉ HJ FEZ E JAMAIS FARÁ.SER
CORINTHIANO É OUTRA PEGADA MSM.
quarta-feira, 3 de outubro de 2007
segunda-feira, 1 de outubro de 2007

quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Ensina teu filho....por Frei Beto.

FREI BETO POR SI SÓ JÁ É UMA PESSOA ILUMINADA O TEXTO É MARAVILHOSO , LINDO .....LINDO......LINDO
BEIJOS
MÔNICA
FREI BETTO - Artigo - O Estado de S. Paulo
Ensina a teu filho que o Brasil tem jeito e que ele deve crescer feliz por ser brasileiro.
Há neste país juízes justos, ainda que esta verdade soe como cacófato.
Juízes que, como meu pai, nunca empregaram familiares, embora tivessemfilhos advogados, jamais fizeram da função um meio de angariar mordomias e,isentos, deram ganho de causa também a pobres,contrariando patrões gananciosos ou empresas que se viram obrigadas a aprender que, para certos homens, a honra é inegociável.
Ensina a teu filho que neste país há políticos íntegros comoAntônio Pinheiro, pai do jornalista Chico Pinheiro, que revelou na mídia seu contra cheque de parlamentar e devolveu aos cofres públicos valores deprocedência duvidosa.
Saiba o teu filho que, no monolito preto do Banco Central, em Brasília,onde trabalham cerca de 3 mil pessoas, a maioria é honrada e, porque não é cega,indignada ante maracutaias de autoridades que deveriam primar pela ética no cargo que lhes foi confiado.
Ensina a teu filho que não ter talento esportivo ou rosto e corpo de modelo, e sentir-se feio diante dos padrões vigentes de beleza,não é motivo para ele perder a auto-estima.
A felicidade não se compra nem é um troféu que se ganha vencendo a concorrência.
Tece-se de valores e virtudes e desenha, em nossa existência,um sentido pelo qual vale a pena viver e morrer.
Ensina a teu filho que o Brasil possui dimensões continentais e as mais fertéis terras do planeta. Não se justifica, pois, tanta terra sem gente e tanta gente sem terra.
Assim como a libertação dos escravos tardou, mas chegou, a reforma agrária haverá de se implantar.
Tomara que regada com muito pouco sangue.Saiba o teu filho que os sem-terra que ocupam áreas ociosas e prédios públicos são, hoje, chamados de "bandidos", como outrora a pecha caiu sobre Gandhi sentado nos trilhos das ferrovias inglesas e Luther King ocupando escolas vetadas aos negros.
Ensina a teu filho que pioneiros e profetas, de Jesus a Tiradentes,de Francisco de Assis a Nelson Mandela, são invariavelmente tratados, pela elite de seu tempo, como subversivos, malfeitores,visionários.
Ensina a teu filho que o Brasil é uma nação trabalhadora e criativa.
Milhões de brasileiros levantam cedo todos os dias, comem aquém de suas necessidades e consomem a maior parcela de sua vida no trabalho, em troca de um salário que não lhes assegura sequer o acesso à casa própria.
No entanto, essa gente é incapaz de furtar um lápis do escritório,um tijolo da obra, uma ferramenta da fábrica. Sente-se honrada por não descer ao ralo que nivela bandidos de colarinho branco com os pés-de-chinelo.
É gente feita daquela matéria-prima dos lixeiros de Vitória que entregaram àpolícia sacolas recheadas de dinheiro que assaltantes de banco haviam escondido numa caçamba.
Ensina teu filho a evitar a via preferencial dessa sociedade neoliberal que nos tenta incutir que ser consumidor é mais importante que ser cidadão,incensa quem esbanja fortuna e realça mais a estética que a ética.
Saiba o teu filho que o Brasil é a terra de índios que não se curvaram ao jugo português e de Zumbi, de Angelim e frei Caneca, de madre Joana Angélicae Anita Garibaldi, dom Hélder Câmara e Chico Mendes.
Ensina a teu filho que ele não precisa concordar com a desordem estabelecida e que será feliz se se unir àqueles que lutam por transformações sociais que tornem este país livre e justo.
Então,ele transmitirá a teu neto o legado de tua sabedoria.
Ensina teu filho a votar com consciência e jamais ter nojo de política, pois quem age assim é governado por quem não tem e, se a maioria tiver a mesma reação, será o fim da democracia.
Que o teu voto e o dele sejam em prol dajustiça social e dos direitos dos brasileiros imerecidamente tão pobres eexcluídos, por razões políticas, dos dons da vida.
Ensina a teu filho que a uma pessoa bastam o pão, o vinho e um grande amor.
Cultiva nele os desejos do espírito.
Saiba o teu filho escutar o silêncio,reverenciar as expressões de vida e deixar-se amar por Deus que o habita.

