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sábado, 17 de julho de 2010

Camaradas...


"É preciso sonhar, mas com a condição de crer em nosso sonho, de observar com atenção a vida real, de confrontar a observação com o nosso sonho, de realizar escrupulosamente as nossas fantasias, sonhos, acredite neles"

Vladimir Ilyich Ulianov (Lenin)


VAI CORINTHIANS!!!

sábado, 16 de janeiro de 2010

Bota água no feijão ...

... que eu tô voltando rs.

Aeeee Corinthianada é NÓIS!!!

Este é o primeiro post de 2010. Ano maravilhoso pelo simples fato do CORINGÃO fazer 100 anos.

O último amistoso de quarta meus irmãos blogueiros cometaram precisamente o jogo. Não vou ser repetitiva.

Aliás, o que eu pretendo fazer na Bodeguita este ano é festejar... e muito.

E registrar todo esse sentimento que envolve o centenário do time do povo. Assim 100 anos depois, outros saberão como foi viver este momento precioso da história.

O que eu acrescentaria, a festa de quarta, é que têm coisas que só o CORINTHIANS consegue proporcionar.

Aqui mesmo na Bodeguita, eu cansei de comentar sobre a mágica que nos envolve. Dos acontecimentos inexplicáveis que presenciamos e vivemos.

Nos 23 anos e 7 segundos eu comento justamente disso: da magia, da força que não vemos, não tocamos, mas sentimos e mais acreditamos.

Começa que pelo fato de ter CORINTHIANS depois de um período de férias já faz com que a torcida, sem perceber comece a emanar uma alegria, um sentimento que vai se somando... se somando e forma uma egregora de força.

Eu sei que o corinthiano acordou alegre, de bem com a vida. Tudo é bom. Tudo está bom quando têm CORINTHIANS.

A chegada ao Paca;
O sacrifício debaixo de um sol que na verdade era das 15:00 hs;
Os cânticos;
A irmandade;
A evocação ao nome do TODO PODEROSO TIMÃO.

Assim como em resposta a essa oração uma chuva forte (e detalhe localizada) cai derrepente, mais ou menos, ao final do últimos 10 minutos da partida.

A FIEL, entra em transe coletivo.

A chuva sempre nos trouxe bons presságios.

Era chuva de Jorge, com toda certeza, limpando os maus agouros e abrindo os caminhos para 2010.

Tá firmado o ponto.

Tá consagrado.

SARAVÁ OGUM MEU SÃO JORGE GUERREIRO: PROTEGEI E ILUMINAI O NOSSO CORINTHIANS!!!!

No video o registro da nossa Kizomba que é a nossa Constituição.

É o povo ... é a gente do CORINGÃO.





Parabéns à todos os guerreiros pelos 10 anos da conquista do MUNDIAL.
Somos o primeiro.

Começou o centenário

VAI CORINTHIANS!!!!!

sábado, 25 de julho de 2009

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Prestando atenção nos sinais...


Acho que é preciso crer pra ver e não ver pra crer... seguindo essa filosofia toda vez que o CORINTHIANS entra em uma grande decisão procuro os sinais...
Tento deixar minha mente a mais aberta possível, sem que a emoção e a mente me levem.
Não é loucura não rs...
E o mais impressioante é que eles surgem qdo estou distraida... ou não surgem e qdo isso acontece o final da historia me é triste.
Desde o primeiro jogo da final, um dias antes, a lua estava cheia ... lua de Jorge.
Fui levar minha Mãe na fisioterapia, havia um bar em frente, Bar São Jorge.
Hum... ai no dia do jogo acontece tudo o que descrevi nesse texto [http://bodeguitacuba.blogspot.com/2009/06/uma-noite-com-perfume-de-arruda.html/Uma noite com perfume de arruda].
Não dá outra ... vitoria do CORINGÃO.

***
Domingo agora, fui levar minha filha no museu do Imigrante, adoro lá.
De alguma forma lá me leva a algumas pessoas que fizeram da minha infância a mais deliciosa possível.
Lá me leva de encontro com minhas raizes, minha familia, meu falecido avô José corinthiano fanatico... que me levou desde pequena ao Pacaembu, meu tio Pica Pau outro corinthiano figuraça... que tb não está mais entre nós...enfim!!
O lugar é como um refugio para minha alma.
Depois de passearmos de trem e olharmos tudo que já conhecemos totalmente, comprei pipoca e sentamos em um banco embaixo de uma grande e lindissima arvore.
Derrepente senti uma coisa caindo em cima de mim ... pensei putz uma pomba!!!
Não!!! Qdo olho pra cima um Gavião lindo... lindo, grande, majestoso, de asas abertas e atrás de uma presa para comer. O guarda do museu falou que ele é praticamente um morador de lá, quase todo fim de tarde aparece.Nossa tantas vezes fui lá e nunca ... nunca vi.
Ele deu um show de habilidade. A habilidade de um caçador poderoso e seguro de si.
Fiquei fascinada!!!
Pensei ai tá meu sinal...já vem na minha cabeça o fato da data... na final ser 1 de julho...
Me calei ... e dentro do meu silêncio fiz minha oração, agradeci... acreditando que tudo está ligado a tudo e nada é por um mero acaso.
Ai meu CORINTHIANSSSSSSS!!!!
Por isso nem sei de DVD de ninguém.
Não li, não vou ler.
Não me interessa.
Minha conexão é outra em algo maior e mais profundo.
Se Deus me deu o poder e a inteligência para ser dona de mim e das minhas vontades...
Escolho me conectar com que me é bom, com aquilo que acalma meu coração, aquilo que enche de esperança e de coisas boas minha alma.
Escolho o caminho dos sinais ... que acredito e sempre me aparecem.
Estou confiante... e na minha confiança está a Lealdade, a Humildade e o verdadeiro Procedimento com que, um guerreiro, trava sua luta e assim vence um adversário.

SALVE JOCA!!
SALVE FLAVIO!!!
NÓIS SOMOS OS GAVIÕES - 40 ANOS EM PRÓL DO GRANDE CORINTHIANS!!!
VAI CORINTHIANS LUTAI POR TODOS NÓIS!!!!

terça-feira, 23 de junho de 2009

Construção

Amou daquela vez como se fosse a última
Beijou sua mulher como se fosse a última
E cada filho seu como se fosse o único
E atravessou a rua com seu passo tímido
Subiu a construção como se fosse máquina
Ergueu no patamar quatro paredes sólidas
Tijolo com tijolo num desenho mágico
Seus olhos embotados de cimento e lágrima
Sentou pra descansar como se fosse sábado
Comeu feijão com arroz como se fosse um príncipe
Bebeu e soluçou como se fosse um náufrago
Dançou e gargalhou como se ouvisse música
E tropeçou no céu como se fosse um bêbado
E flutuou no ar como se fosse um pássaro
E se acabou no chão feito um pacote flácido
Agonizou no meio do passeio público
Morreu na contramão atrapalhando o tráfego
Amou daquela vez como se fosse o último
Beijou sua mulher como se fosse a única
E cada filho seu como se fosse o pródigo
E atravessou a rua com seu passo bêbado
Subiu a construção como se fosse sólido
Ergueu no patamar quatro paredes mágicas
Tijolo com tijolo num desenho lógico
Seus olhos embotados de cimento e tráfego
Sentou pra descansar como se fosse um príncipe
Comeu feijão com arroz como se fosse máquina
Dançou e gargalhou como se fosse o próximo
E tropeçou no céu como se ouvisse música
E flutuou no ar como se fosse sábado
E se acabou no chão feito um pacote tímido
Agonizou no meio do passeio náufrago
Morreu na contramão atrapalhando o público
Amou daquela vez como se fosse máquina
Beijou sua mulher como se fosse lógico
Ergueu no patamar quatro paredes flácidas
Sentou pra descansar como se fosse um pássaro
E flutuou no ar como se fosse um príncipe
E se acabou no chão feito um pacote bêbado
Morreu na contramão atrapalhando o sábado

Grande Chico Buarque.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Rio 2009

Tudo de bom!

PORÉM ... rs quero deixar um recadinho para os homens da minha casa (Marido, Pai e Irmão) rs...

"Fala, Mangueira, fala

Mostra a força da sua tradição

Com licença da Portela, favela

MANGUEIRA mora no meu coração..."

rs....

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Salve....Clara!

Salve os domingos que começavam logo cedo com meu Pai cantando Clara, João Nogueira, Chico, Tom, Agepe , musicas espanholas... e terminavam com hino do CORINTHIANS e jogo do CORINGÃO.

Vida que te quiero viva siempre!

segunda-feira, 28 de abril de 2008

IAPEI

Bom , velho e humilde IAPEI.
Foi aí que nasci, que me criei, que passei minha infância e adolecência.
Foi aí que criei meus valores que hoje fazem parte da minha formação adulta.
Foi aí que fiz amigos de uma vida inteira.
Foi aí que tive a mais feliz das infâncias.
Foi aí que brincava de pé no chão, andava de bicicleta, pegava doce escondido no bar do Toninho e apanhava todas as noites da minha Mãe porque não queria subir e dormir.
Foi aí no rachão de futebol feminino (Corinthians x Palmeiras) que tinha todos os sabados na quadra eu brigava tantas vezes.
Foi aí que vivi com meus Avôs ...
Como é bom ter vivido momentos deliciosos.
Ainda hoje sempre que posso vou lá, me alimenta e me faz bem rever as mesmas pessoas, as mesmas bobeiras que são tão simples e ao mesmo tempo tão sabias...
Ai ai ... quanto doi uma saudade!!!!!!

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Um simples José...


No dia 23 de outubro de 1911, nasceu um José.
Na Espanha em Malaga.
Veio para o Brasil menino ( 1 ano e meio), junto com seus pais que fugindo da guerra, da fome e da miseria na Europa.
No Brasil a familia foi para uma fazenda substituir o trabalho escravo.
Ficou por 8 anos na lavoura, onde já trabalhava desde menino, ajudando os Pais e irmãos.
Fugiu junto com a familia, pois os donos da terra além de explorarem o trabalho dos imigrantes, os msm ficavam presos a dividas dentro dos armazens da fazenda.
Veio pra SP com 8 anos, nunca frequentou escola, calçou um sapato só com essa idade.
Começou a trabalhar nas industrias Matarazzo, onde foi operário por mais de 50 anos...perdeu parte de um dedo em uma maquina de corte de lata.
Autodidata, aprendeu a ler e escrever sozinho.
Politizado, sindicalizado, socialista e petista... frequentava as reuniões do Partido Comunista na epoca dura da Ditadura no Brasil.
Guarda costa voluntário de Luiz Carlos Prestes por muitos anos...
Corinthiano doente e fanático.
Sonhava com um operário na Presidencia, morreu infelizmente antes de ver esse sonho se tornar realidade.
Viveu na simplicidade e humildade, mas foi rico de dignidade e carater.
Esse José era meu avô. Tenho o maior orgulho dele.
A herança que deixou pra mim e pro meu irmão foi o que ele sempre acreditou em um mundo onde a justiça social e a igualdade fossem possiveis.
Deixou tb as lembranças de tardes em sua casa e de qdo íamos ver o Corinthians com ele.
Eu e o Gordo adoravamos perguntar:
-Vô onde é o jogo?
Ele respondia:
-No PAICAMBU !
E eu e meu irmão caiamos na risada e perguntavamos mil vezes até chegar ao estadio...só para ele falar errado.
E ele sabio, como sempre, ria sorrateiramente da nossa "infantil" maladragem.
Poxa já fazem 15 anos que não tenho mais a presença dele fisica diante dos meus olhos, mas não tem um só dia da minha vida que eu não me lembre dele.
Não há uma história dele que não tenha contado pra minha filha.
Ele influenciou muito a formação que eu e meu irmão carregamos conosco.
Vô...se sabe assim como vc não tenho religião, mas acredito nessa força que move o Universo, sei lá uns chamam de Deus e sei que a tua presença é verdadeira ainda
hj em mim, na Mamãe, no Papi , no Gordo e na Bah.
Parabéns Vô pelo seu aniversário pq vc sempre estará vivo dentro de mim e ai a onde vc está junta uns corinthianos, chama o Dudu pra darmos força pro nosso Timão aqui tá?


TE QUIERO MUCHO

COMPAÑERO JOSÉ
MI ABUELLO GITANO!



saudades...saudades...saudades

Na foto ele e o Gordo pequeno em Santos.



segunda-feira, 15 de outubro de 2007

13 de outubro de 1977 ...por Gordo

13/10/1977 Trinta anos depois (Onde você estava naquela noite?)
Alguns dizem que brasileiro não tem memória, mas corinthiano tem, por isso recordarei o que ocorreu naquela noite de 13/10/1977.
Eu diria que esse relato é histórico, pois se destina a provar mais que a fidelidade de uma torcida, mas o valor e a perseverança de um povo na quase sublime devoção pelo esporte de sua terra, digo isso porque o Corinthians campeão é povo campeão.
Lembro que estava na primeira série primaria do colégio Dom Bosco, no bairro da Mooca, porém aquele dia não iria à escola, pois era um dia especial, minha família tinha um compromisso da mais alta importância, no começo da tarde saímos (eu, minha mãe e minha irmã) do velho IAPEI onde morávamos e fomos em direção á igreja dos enforcados no bairro da liberdade, lembro-me da vela que acendemos na ocasião e dos galhos de arruda que minha mãe pediu para não perder até que o jogo tivesse terminado.
Lá pelas seis horas da tarde, meus primos passaram em casa para levar-nos ao estádio do Morumbi num velho Opala, lembro-me, que no trajeto havia um mar de bandeiras alvinegras e fogos de artifício sendo soltos pelos carros e ônibus que se dirigiam ao local da decisão.
Chegando ao estádio, saboreando um suculento “Hot-Dog”, havia duas preocupações na minha cabeça: A primeira era não perder em hipótese alguma aquele galho de arruda, pois daquilo dependia a vitória daquela noite e a segunda eram os fogos de artifício, que naquela época eram soltos pelos próprios torcedores e que me havia amedrontado tanto no domingo anterior, quando havia sido quebrado o recorde de público do estádio.
Recordo-me bem quando os onze guerreiros de camisa listrada entraram em campo a quantidade de fogos de artifício soltos pelos presentes era tanta que gerava em mim uma mistura de pavor e fascínio diante de um espetáculo tão bonito, lembro-me também, que a quantidade fumaça impedia-nos de observar o goleiro Carlos da Ponte Preta até aproximadamente os 25 minutos do primeiro tempo.
Nunca vou me esquecer que aqueles onze heróis vestidos com a mística camisa listrada lutavam como leões diante de um adversário tecnicamente superior, pois, naquela peleja, houve uma sucessão de ataques e tentativas do time alvinegro, porém a sorte continuava a proteger o arqueiro adversário.
Porém aos 36 minutos da segunda etapa, numa jogada de aproximadamente 22 segundos, talvez cada um deles representando cada ano de agonia e sofrimento dos anos de fila, culminou com o chute certeiro de Basílio (o Libertador), aquele instante parece que tudo parou e passou a acontecer numa rotação diferente do normal e quando me vi estávamos (eu, meu pai, minha irmã e minha mãe) nos abraçando e chorando, eis que, naquele mesmo instante, outras pessoas que mal conhecíamos vinham nos abraçar e chorar, seres humanos de todas as raças e classes sociais, em meio à catarse coletiva de noventa mil pessoas no estádio e milhões pelo país, JAMAIS VOU ESQUECER AQUELE MOMENTO.
Dali em diante cada minuto parecia uma eternidade, seja pelo barulho ensurdecedor que os milhares de apitos faziam enquanto a Ponte Preta estava com a bola, seja pela agonia de ver meus pais sofrendo tanto naquele instante, seja pelas minhas mãos suadas que não podiam soltar aquele galho de arruda.Porém quando o juiz decretou o fim daquele jogo às horas que se sucederam foram de puro êxtase coletivo com a torcida invadindo o gramado, mesmo com o forte aparato policial, com o povo tomando conta das ruas da cidade de São Paulo provocando até porque não dizer, uma subversão da ordem, durante anos de chumbo da década de 1970.
Chegando em casa, eu e meus familiares fomos recepcionados por amigos e outros familiares, lembro especialmente do meu avô, um imigrante espanhol e operário da indústria Matarazzo e corintiano “doente”, com uma faixa na cabeça escrito “CAMPEON” e o saudoso e lendário corintiano “Pica Pau”, meu tio por sinal, chorando copiosamente, a partir disso a festa varou madrugada adentro no prédio 15 da rua Professor Demóstenes, provocando muita reclamação dos vizinhos nos dias que se sucederam.
Naquela noite, quando fui repousar coloquei a mão no bolso, pegando o galho de arruda e feliz comigo mesmo, pensei, por um momento, que tinha dado minha contribuição para aquela vitória, mal sabia aquele garotinho que havia sido observador de uma das páginas mais bonitas da historia de um povo e que aquela noite jamais terminaria para um homem que a partir dali moldava seus valores éticos, morais e políticos.

13 DE OUTUBRO DE 1977...por Mônikita

AHHH 13 de outrubro de 1977....
Uma quinta feira eu lembro como se fosse hj....
Eu era menina o Gordo tb e fomos com meus Pais e parentes pro jogo.Estavamos atrás da onde foi o gol do Basilio.
O Morumbi lotado 90 mil pagantes depois do recorde de publico no domingo...sei lá de alguma maneira cada corinthiano lá acreditava que aquela noite era a noite da libertação.
Msm menina eu lembro direitinho de tudo que aconteceu...
A torcida do Corinthians estava diferente naquela noite...qdo finalmente veio o gol até o fim da partida a sensação foi de que como se tudo acontecesse lentamente...devagar...como se cada minuto fosse eternizado pra sempre na memoria de quem estava ali escrevendo a historia.
Lembro das pessoas se abraçando no gol e chorando muito muito msm....um choro libertador.
Lembro de varias pessoas me abraçarem e eu nem sabiam quem eram....lembro até hj de um Sra com bobes na cabeça me beijando rs***, as vezes penso onde estão cada um que vi lá.
O que mais me marcou naquela noite?
Foi no fim do apito e finalmente o grito de CAMPEÃO...sair da boca dos meus Pais...olhei para os dois e nos olhos de cada um deles não estavam os adultos quelevaram seus filhos no estadio.
Eram os olhos de duas crianças que por longos 22 anos e 8 meses ficaram guardados, tinham visto seu time campeão qdo meninos e somente depois de adultos e com filhos....
FOI A IMAGEM MAIS BONITA QUE VI NAQUELA NOITE...
Ahhhhh CORINTHIANS vc lava a alma da gente.Não sei o que é ainda ganhar uma tal de Libertadores...mas isso é uma questão de tempo....
MAS NUNCA NUNCA NADA PRA MIM VAI SUBSTITUIR O QUE VIVI EM 77, NEM A INVASÃO de 76....
TENHO O MAIOR ORGULHO DE DIZER EU TIVE A OPORTUNIDADE DE VIVER ESSA EMOÇÃO.
PQ O QUE AGENTE LEVA DA VIDA E O QUE CABE NO NOSSO CAIXÃO É SOMENTE AS SENSAÇÕES E AS EXPERIÊNCIAS QUE VIVENCIAMOS NA VIDA...
É SER CORINTHIANO É VIVER TUDO DE UMA MANEIRA INTENSA SEMPRE...
E AQUI MINHA SINCERA HOMENAGEM E RESPEITO AOS CORINTHIANOS QUE DURANTE 22 E 8 MESES HONRARAM A CAMISA E FORAM FIEIS AO QUE AMAVAM OU SEJA O CORITNHIANS.

ISSO NENHUMA TORCIDA ATÉ HJ FEZ E JAMAIS FARÁ.SER

CORINTHIANO É OUTRA PEGADA MSM.