sexta-feira, 26 de outubro de 2007

FÉ CORINTHIANA!




Nossa Sra do Brasil, ilumina o time mais brasileiro: nosso CORINTHIANS!
Amém
VAMO VAMO MEU TIMÃO NÃO PARA DE LUTAR!

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Nasceu!!!!!!!!

Nasceu o Blog da Comunidade Toda Poderosa Corinthiana.
É um espaço a mais para que possamos postar reportagens do
nosso Todo Poderoso, fotos de encontros, acontecimento e tudo
o que for de interesse das Poderosas e do Corinthians.
Ele ainda não está terminado e sugestões são bem vindas sempre.

bjs alvinegros Poderosos.

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Um simples José...


No dia 23 de outubro de 1911, nasceu um José.
Na Espanha em Malaga.
Veio para o Brasil menino ( 1 ano e meio), junto com seus pais que fugindo da guerra, da fome e da miseria na Europa.
No Brasil a familia foi para uma fazenda substituir o trabalho escravo.
Ficou por 8 anos na lavoura, onde já trabalhava desde menino, ajudando os Pais e irmãos.
Fugiu junto com a familia, pois os donos da terra além de explorarem o trabalho dos imigrantes, os msm ficavam presos a dividas dentro dos armazens da fazenda.
Veio pra SP com 8 anos, nunca frequentou escola, calçou um sapato só com essa idade.
Começou a trabalhar nas industrias Matarazzo, onde foi operário por mais de 50 anos...perdeu parte de um dedo em uma maquina de corte de lata.
Autodidata, aprendeu a ler e escrever sozinho.
Politizado, sindicalizado, socialista e petista... frequentava as reuniões do Partido Comunista na epoca dura da Ditadura no Brasil.
Guarda costa voluntário de Luiz Carlos Prestes por muitos anos...
Corinthiano doente e fanático.
Sonhava com um operário na Presidencia, morreu infelizmente antes de ver esse sonho se tornar realidade.
Viveu na simplicidade e humildade, mas foi rico de dignidade e carater.
Esse José era meu avô. Tenho o maior orgulho dele.
A herança que deixou pra mim e pro meu irmão foi o que ele sempre acreditou em um mundo onde a justiça social e a igualdade fossem possiveis.
Deixou tb as lembranças de tardes em sua casa e de qdo íamos ver o Corinthians com ele.
Eu e o Gordo adoravamos perguntar:
-Vô onde é o jogo?
Ele respondia:
-No PAICAMBU !
E eu e meu irmão caiamos na risada e perguntavamos mil vezes até chegar ao estadio...só para ele falar errado.
E ele sabio, como sempre, ria sorrateiramente da nossa "infantil" maladragem.
Poxa já fazem 15 anos que não tenho mais a presença dele fisica diante dos meus olhos, mas não tem um só dia da minha vida que eu não me lembre dele.
Não há uma história dele que não tenha contado pra minha filha.
Ele influenciou muito a formação que eu e meu irmão carregamos conosco.
Vô...se sabe assim como vc não tenho religião, mas acredito nessa força que move o Universo, sei lá uns chamam de Deus e sei que a tua presença é verdadeira ainda
hj em mim, na Mamãe, no Papi , no Gordo e na Bah.
Parabéns Vô pelo seu aniversário pq vc sempre estará vivo dentro de mim e ai a onde vc está junta uns corinthianos, chama o Dudu pra darmos força pro nosso Timão aqui tá?


TE QUIERO MUCHO

COMPAÑERO JOSÉ
MI ABUELLO GITANO!



saudades...saudades...saudades

Na foto ele e o Gordo pequeno em Santos.



segunda-feira, 15 de outubro de 2007

13 de outubro de 1977 ...por Gordo

13/10/1977 Trinta anos depois (Onde você estava naquela noite?)
Alguns dizem que brasileiro não tem memória, mas corinthiano tem, por isso recordarei o que ocorreu naquela noite de 13/10/1977.
Eu diria que esse relato é histórico, pois se destina a provar mais que a fidelidade de uma torcida, mas o valor e a perseverança de um povo na quase sublime devoção pelo esporte de sua terra, digo isso porque o Corinthians campeão é povo campeão.
Lembro que estava na primeira série primaria do colégio Dom Bosco, no bairro da Mooca, porém aquele dia não iria à escola, pois era um dia especial, minha família tinha um compromisso da mais alta importância, no começo da tarde saímos (eu, minha mãe e minha irmã) do velho IAPEI onde morávamos e fomos em direção á igreja dos enforcados no bairro da liberdade, lembro-me da vela que acendemos na ocasião e dos galhos de arruda que minha mãe pediu para não perder até que o jogo tivesse terminado.
Lá pelas seis horas da tarde, meus primos passaram em casa para levar-nos ao estádio do Morumbi num velho Opala, lembro-me, que no trajeto havia um mar de bandeiras alvinegras e fogos de artifício sendo soltos pelos carros e ônibus que se dirigiam ao local da decisão.
Chegando ao estádio, saboreando um suculento “Hot-Dog”, havia duas preocupações na minha cabeça: A primeira era não perder em hipótese alguma aquele galho de arruda, pois daquilo dependia a vitória daquela noite e a segunda eram os fogos de artifício, que naquela época eram soltos pelos próprios torcedores e que me havia amedrontado tanto no domingo anterior, quando havia sido quebrado o recorde de público do estádio.
Recordo-me bem quando os onze guerreiros de camisa listrada entraram em campo a quantidade de fogos de artifício soltos pelos presentes era tanta que gerava em mim uma mistura de pavor e fascínio diante de um espetáculo tão bonito, lembro-me também, que a quantidade fumaça impedia-nos de observar o goleiro Carlos da Ponte Preta até aproximadamente os 25 minutos do primeiro tempo.
Nunca vou me esquecer que aqueles onze heróis vestidos com a mística camisa listrada lutavam como leões diante de um adversário tecnicamente superior, pois, naquela peleja, houve uma sucessão de ataques e tentativas do time alvinegro, porém a sorte continuava a proteger o arqueiro adversário.
Porém aos 36 minutos da segunda etapa, numa jogada de aproximadamente 22 segundos, talvez cada um deles representando cada ano de agonia e sofrimento dos anos de fila, culminou com o chute certeiro de Basílio (o Libertador), aquele instante parece que tudo parou e passou a acontecer numa rotação diferente do normal e quando me vi estávamos (eu, meu pai, minha irmã e minha mãe) nos abraçando e chorando, eis que, naquele mesmo instante, outras pessoas que mal conhecíamos vinham nos abraçar e chorar, seres humanos de todas as raças e classes sociais, em meio à catarse coletiva de noventa mil pessoas no estádio e milhões pelo país, JAMAIS VOU ESQUECER AQUELE MOMENTO.
Dali em diante cada minuto parecia uma eternidade, seja pelo barulho ensurdecedor que os milhares de apitos faziam enquanto a Ponte Preta estava com a bola, seja pela agonia de ver meus pais sofrendo tanto naquele instante, seja pelas minhas mãos suadas que não podiam soltar aquele galho de arruda.Porém quando o juiz decretou o fim daquele jogo às horas que se sucederam foram de puro êxtase coletivo com a torcida invadindo o gramado, mesmo com o forte aparato policial, com o povo tomando conta das ruas da cidade de São Paulo provocando até porque não dizer, uma subversão da ordem, durante anos de chumbo da década de 1970.
Chegando em casa, eu e meus familiares fomos recepcionados por amigos e outros familiares, lembro especialmente do meu avô, um imigrante espanhol e operário da indústria Matarazzo e corintiano “doente”, com uma faixa na cabeça escrito “CAMPEON” e o saudoso e lendário corintiano “Pica Pau”, meu tio por sinal, chorando copiosamente, a partir disso a festa varou madrugada adentro no prédio 15 da rua Professor Demóstenes, provocando muita reclamação dos vizinhos nos dias que se sucederam.
Naquela noite, quando fui repousar coloquei a mão no bolso, pegando o galho de arruda e feliz comigo mesmo, pensei, por um momento, que tinha dado minha contribuição para aquela vitória, mal sabia aquele garotinho que havia sido observador de uma das páginas mais bonitas da historia de um povo e que aquela noite jamais terminaria para um homem que a partir dali moldava seus valores éticos, morais e políticos.

13 DE OUTUBRO DE 1977...por Mônikita

AHHH 13 de outrubro de 1977....
Uma quinta feira eu lembro como se fosse hj....
Eu era menina o Gordo tb e fomos com meus Pais e parentes pro jogo.Estavamos atrás da onde foi o gol do Basilio.
O Morumbi lotado 90 mil pagantes depois do recorde de publico no domingo...sei lá de alguma maneira cada corinthiano lá acreditava que aquela noite era a noite da libertação.
Msm menina eu lembro direitinho de tudo que aconteceu...
A torcida do Corinthians estava diferente naquela noite...qdo finalmente veio o gol até o fim da partida a sensação foi de que como se tudo acontecesse lentamente...devagar...como se cada minuto fosse eternizado pra sempre na memoria de quem estava ali escrevendo a historia.
Lembro das pessoas se abraçando no gol e chorando muito muito msm....um choro libertador.
Lembro de varias pessoas me abraçarem e eu nem sabiam quem eram....lembro até hj de um Sra com bobes na cabeça me beijando rs***, as vezes penso onde estão cada um que vi lá.
O que mais me marcou naquela noite?
Foi no fim do apito e finalmente o grito de CAMPEÃO...sair da boca dos meus Pais...olhei para os dois e nos olhos de cada um deles não estavam os adultos quelevaram seus filhos no estadio.
Eram os olhos de duas crianças que por longos 22 anos e 8 meses ficaram guardados, tinham visto seu time campeão qdo meninos e somente depois de adultos e com filhos....
FOI A IMAGEM MAIS BONITA QUE VI NAQUELA NOITE...
Ahhhhh CORINTHIANS vc lava a alma da gente.Não sei o que é ainda ganhar uma tal de Libertadores...mas isso é uma questão de tempo....
MAS NUNCA NUNCA NADA PRA MIM VAI SUBSTITUIR O QUE VIVI EM 77, NEM A INVASÃO de 76....
TENHO O MAIOR ORGULHO DE DIZER EU TIVE A OPORTUNIDADE DE VIVER ESSA EMOÇÃO.
PQ O QUE AGENTE LEVA DA VIDA E O QUE CABE NO NOSSO CAIXÃO É SOMENTE AS SENSAÇÕES E AS EXPERIÊNCIAS QUE VIVENCIAMOS NA VIDA...
É SER CORINTHIANO É VIVER TUDO DE UMA MANEIRA INTENSA SEMPRE...
E AQUI MINHA SINCERA HOMENAGEM E RESPEITO AOS CORINTHIANOS QUE DURANTE 22 E 8 MESES HONRARAM A CAMISA E FORAM FIEIS AO QUE AMAVAM OU SEJA O CORITNHIANS.

ISSO NENHUMA TORCIDA ATÉ HJ FEZ E JAMAIS FARÁ.SER

CORINTHIANO É OUTRA PEGADA MSM.

quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Era uma vez ...


AHUAHAUAHAUAHAUAHAUAHAUAHAUAHAU

segunda-feira, 1 de outubro de 2007


MEU SÃO JORGE GUERREIRO:


Protejei e iluminai nosso Corinthians.

Que todo o mal que se abateu sobre o PSJ, possa ser dissolvido com a força do amor que sentimos pelo nosso time.
Que a luz da consciência e do amor possa clarear cada um de nós CORINTHIANOS, para que com força, união e muito muito amor possamos lutar contra todo o mal.
Cobrando o que deve ser cobrado e incentivando na hora certa.
O amor tudo vence , tudo transforma sempre.
Somos todos teus filhos e GUERREIROS e assim como vc nunca DESISTIU daquilo que acreditava , nós tb NÃO O FAREMOS.
Que sua espada possa fazer a JUSTIÇA necessária e que sua CAPA sirva de escudo pra luta que estamos travando.
Somos uma torcida que sempre venceu adversidades e cresceu em tempos ruins.
Nosso amor pelo Corinthians é muito além de futebol...é uma força vital para estarmos vivo.


QUE A BOA E LENDÁRIA FÉ CORINTHIANA PREVALEÇA SEMPRE!
POIS ASSIM COMO VC MEU PAI, SOMOS FIEIS E NÃO DESISTIREMOS NUNCA.
Amém.
CORINTHIANS LUTAÍ POR NÓS!