quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Recado para o anonimo "Anderson".

Eu postei aqui um manifesto da torcida.

Tenho recebido um comentário de um anonimo que diz não ter conta no google e por isso assina somente como "Anderson", que como escravo da midia vem aqui e fala de uma maneira acusatória e pouco inteligente.

Amigos, ao clicarem aqui em "Comentários" saberão o que estou dizendo.

Enfim meu recado para o Sr. Anderson é muito simples e claro:

"Anderson,

Cuidado com as suas generalizações, vc não me conhece mas te adianto que sou uma pessoa que trabalha, pago meus impostos , NÃO tenho nome sujo, NÃO tenho passagem pela policia e não uso metralhadoras e nem capuz.
Dobre sua lingua e suas citações , msm não tendo conta no google, rastrear seu IP e pedir um esclarecimento em juízo seu é facinho entendeu?
Quer falar do CORINTHIANS, quer ter opinião diferente tudo bem... tudo é democarcia agora
querer ser mal educado e me AGREDIR verbalmente NÃO.
Mônica"
VAI CORINTHIANS!!!!

domingo, 6 de fevereiro de 2011

HA HA HA ...


Só pra constar Andrés:
Ganhar de time pequeno muda nada.
A cobrança continua ...
AQUI É CORINTHIANS!!!

sábado, 5 de fevereiro de 2011

MR777 DEVOLVAM O CORINTHIANS AO POVO!

Manifesto

do MR777 – Fevereiro do Levante


A Nação Corinthiana está perplexa. Alcançamos Fevereiro de 2011 em fúria. O Sport Club Corinthians Paulista vive momento único de humilhação, desmando e destruição de sua cultura e tradição.

O Corinthians nasceu para ser o time do povo. E para ser por ele construído, conforme estabeleceram os heróis fundadores, no Bom Retiro, em 1910.

Hoje, no entanto, esses valores estão sendo solapados por uma política interna de elitização, loteamento e apropriação indébita.

O clube que orgulhosamente nasceu dos operários, carroceiros e lavadeiras mantém hoje um vergonhoso regime de “apartheid”, no qual a maior parte dos ingressos é reservado aos mais favorecidos.

Os mais humildes, muitas vezes os mais apaixonados pelo Timão, são trancados do lado de fora dos estádios.

E os dirigentes cafonas do clube, na contramão da história econômica do Brasil, acreditam que essa segregação é inevitável e chique.

Lamentável que um presidente filiado ao Partido dos Trabalhadores (PT) patrocine em sua agremiação um processo contrário àquele desenvolvido pelo presidente Lula no Brasil.

Se Lula incluiu milhões de cidadãos, Andres Sanchez e L. P. Rosenberg excluem.

Esse desvario elitista afasta hoje até mesmo a classe média dos estádios. Ingressos de setores como a Especial Laranja tiveram aumento de até 500% nos últimos anos.

Isto é um acinte, um atentado contra os pilares da estabilização econômica, iniciada no país em 1994.

Muitos desses fiéis de razoável poder aquisitivo foram obrigados a migrar para as arquibancadas e tobogã do Pacaembu, obviamente reduzindo os lugares destinados aos trabalhadores de menor poder aquisitivo.

Essa prática sistematizada de elitização tem esvaziado as áreas de público nas laterais do campo. Dessa forma, reduziu-se tremendamente o impacto do fator torcida nas partidas do time.

Todo esse projeto de desvirtuamento tem origem numa visão atrasada, tola e ultrapassada do negócio-futebol. Sanchez e Rosenberg copiam no microcosmo os idiotas especuladores que meteram o mundo na crise de 2008-2009.

Num momento em que o mundo empresarial trata de desenvolvimento humano sustentável, inclusão social e abertura de novos mercados, o Corinthians regride historicamente, reduz seu contingente de fiéis-torcedores-consumidores efetivos e estreita seus horizontes de crescimento consistente na obtenção de receitas.

Num período em que milhões de brasileiros ascenderam à classe C, a equivocada política corinthiana é de fidelizar prioritariamente os representantes da classe A.

Não há dúvida de que um clube moderno necessita de recursos, mas eles são meio e não fim.

Um clube de futebol existe para dar alegria e satisfação a sua gente, e não para enriquecer grupos criminosos de interesse ou espertalhões de boa lábia.

Nesse processo de desconstrução violenta da cultura corinthiana, o que era da imensa Nação foi repartido entre grupos de cartolas e agentes sequiosos por predar o patrimônio do Corinthians, o que inclui seus ativos intangíveis.

Esse loteamento constituiu pequenas máfias que controlam, sobretudo, a contratação de atletas. O que está em jogo atualmente é o business particular, e não o interesse da Fiel Torcida, verdadeira dona da instituição.

Hoje, o clube gasta milhões com jogadores descompromissados, incapazes ou simplesmente inativos. É a maior folha salarial do Brasil.

Se recebem fortunas todo mês, é fato que esses valores provêm do investimento de cada corinthiano em ingressos, produtos licenciados ou aquisição de produtos de patrocinadores diretos e indiretos.

Se não há justa retribuição em forma de trabalho e dedicação, caracteriza-se apropriação indébita dos recursos da Nação Corinthiana.

São muitos os exemplos desse descaso com os verdadeiros mantenedores do clube.

No Campeonato Brasileiro de 2009, não houve o devido empenho, tampouco disciplina organizativa. Assim como no Paulista de 2010, na Libertadores de 2010 e no Campeonato Brasileiro de 2010.

Nesse último, a república dos marajás usurpadores fugiu a suas responsabilidades no momento crucial do torneio, desperdiçando a chance de oferecer à torcida o merecido presente do
Centenário.

E, pior, como proeza, empataram com o Goiás C no último jogo, o que nos atirou de modo infame na Pré-Libertadores.

Não é preciso relembrar o que ocorreu nessa disputa. A Fiel foi humilhada por um grupo desordenado de atletas abobados, sem vontade, sem garra e sem qualquer compromisso com nossa tradição de luta.

Uma das maiores vergonhas de nossa história.

Em vista desta completa descaracterização, a Fiel Torcida exige mudanças imediatas na gestão do clube.

Devolução imediata do Corinthians a seus proprietário de direito: o povo!

Desmantelamento dos grupos de extração predatória que tomaram de assalto o SCCP, o que inclui cartolas e seus parceiros externos.

Demissão imediata dos inúmeros atletas que servem de eixo no processo sistemático de apropriação indébita dos recursos da Nação Corinthiana.

O mais valioso ativo do Sport Club Corinthians Paulista é sua gente e sua espetacular tradição de luta, mestiçagem, dedicação e solidariedade.

Essas virtudes é que fizeram nosso Corinthians tão amado (e tão odiado). Elas definem nossa marca, a mais valorizada no futebol brasileiro.

Elas exprimem nosso jeito único de pensar, agir e ser, em conformidade com o espírito de união fraterna dos heróis fundadores.

Portanto, tirem suas mãos infectas do nosso Corinthians. Devolvam-no a seu povo! Já!


MR777 - Coletivo de Debates - Fundado em 2008.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

FALA FIEL!!!


Meu amico Filipe, porta voz e legitimo representante da Nação, expressando o nosso recado à todos os jogadores vagabundos, à diretória incompetente, ao mkt fdp e capitalista.
AQUI É CORINTHIANS!!!

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

O centenário de uma construção popular.

Por Elias Jabbour e Júlio Vellozo*

"Não é fácil tratar de forma sucinta o centenário de um clube tão especial quanto o Sport Club Corinthians Paulista. Talvez a forma mais tranqüila de fazê-lo está em se arremeter a um fato categórico: o Corinthians foi a primeira grande expressão de construção popular bem sucedida no Brasil. A Revolução de 1930 e as campanhas pela democratização do país na década de 1980 vieram apenas a confirmar este prognóstico. Não é a toa que se exalta em seu hino o fato de “ser do Brasil o clube mais brasileiro”.

João Saldanha em sua conhecida publicação sobre a história do futebol brasileiro, até por seu centrismo carioca, omite o fato de o Corinthians ser o primeiro grande clube do país a admitir negros e a desafiar o status quo aristocratizante da época. Situa-se o Bangu como o primeiro clube de operários no Brasil sem citar que o time foi uma “concessão” da tecelagem Bangu ao seu quadro de trabalhadores.

Mas e o Corinthians? Vinte e cinco milhões de torcedores espalhados por todo o país encerram por si só a justeza das palavras de Miguel Bataglia que após “cerimônia” ocorrida sob a luz de um lampião afirmou: “vai ser o time do povo e o povo é quem vai fazer o time”. Uma ofensa aos padrões da época. Por outro lado, ao contrário de outros clubes que passaram por estiagem de títulos (Palmeiras, Botafogo e Santos) e viram suas torcidas se apequenarem, a torcida do Corinthians duplicou de tamanho entre os anos de 1954 e 1977. É o único clube brasileiro que pode se orgulhar tanto por seus feitos dentro de campo, quanto dos feitos de sua torcida nas arquibancadas. Dizia já o velho cronista que o alvinegro do Parque São Jorge é o único time que pertence a uma torcida e não o contrário. Grande reflexão pode estar, também, no fato de apesar de nunca ter vencido a Taça Libertadores da América, Porém, foi o primeiro clube do planeta a ser considerado o primeiro campeão mundial de clubes. Foi o primeiro, também, a vencer o torneio em seu país de origem. Mas será que o tamanho do Corinthians depende de uma Taça Libertadores da América? O Once Caldas ou o Vélez Sarsfield são grandes por terem vencido este torneio?

Getúlio Vargas intenta, com sucesso e corretamente, em popularizar tanto o futebol quanto o samba. O Corinthians navega nesta onda. O ano de 1930 marca o cimento de um clube que já, neste mesmo ano, se consagra com o segundo tricampeonato paulista e o título honorífico de “Campeão dos Campeões do Brasil” após derrotar o Vasco da Gama na cidade do Rio de Janeiro. É muito sugestiva que numa época de radicalização política o São Paulo Futebol Clube tenha sido fundado pelos mesmos que pegaram em armas contra Getúlio Vargas na contrarrevolução constitucionalista de 1932.

Fazem exatamente 100 anos desde a fundação de um clube tido por seus rivais elitistas como “um time de carroceiros” ou “clube de peões”. A mística corinthiana se fortaleceu com o tempo. A mística da raça, determinação esteve e está presente desde as investidas de Neco (nosso primeiro ídolo e campeão sulamericano pelo Brasil em 1919), do estilão desengonçado do zagueiro Jaú da seleção brasileira de 1938, da vitoriosa e única geração de Cláudio, Baltazar, Luizinho e Carbone da década de 1950. Está presente na meia-biclicleta de Russo no épico jogo contra o Fluminense em 1976 e nos sete segundos em que a bola demorou a entrar, pelos pés de Basílio, no dia 13 de outubro de 1977. Pode se enxergar esta mística na rebeldia de Casagrande, no radicalismo de Sócrates, no “reizinho do Parque” Rivellino e no próprio jeitão do campeão mundial de 2000, Freddy Rincón. É perceptível nas defesas do “satanás” Tuffy no idos de 1920, no maior goleiro brasileiro de todos os tempos – Gilmar dos Santos Neves – e nos milagres operados por Ronaldo Giovanelli e Dida. Por que não enxergar esta mística nas gorduras sobressalentes de ídolos como Neto e Ronaldo? Como não perceber a força desta mística naquele carrinho de Tupãzinho que decretou o nosso primeiro título brasileiro?

Como imaginar que aquele amontoado de trabalhadores da Estrada de Ferro São Paulo Railway iria construir um clube que terá a honra de abrigar uma abertura de Copa do Mundo em breve? Como imaginar um clube cujas bandeiras – ao lado das bandeiras anarquistas vermelhas e pretas – tornaram-se forma de protesto durante as greves de 1917 e hoje é a maior paixão que pulsa no peito de nosso Presidente da República, operário e retirante nordestino?

Enfim, esta subjetividade está presente desde a primeira “invasão” de torcedores ao Rio de Janeiro já no ano de 1918 em partida contra o Flamengo e mesmo em 1976 quando 70.000 corinthianos assistiram a uma classificação heróica contra um Fluminense tecnicamente muito superior.

Um sentimento de pátria, de “nação corinthiana” é, como tudo que envolvem processos sociais e históricas, produto da ação humana, de contradições e sínteses, de avanços e revezes. A história do maior clube do Brasil não poderia ser diferente.

Salve o centenário do CORINTHIANS, orgulho da classe operária e da nação brasileira!!!"


*Elias Jabbour é: CORINTHIANO, geógrafo (grande amigo do meu irmão na USP) e pesquisador da Fundação Maurício Grabois. Júlio Vellozo é historiador e membro do Comitê Central do PCdoB.


SENSACIONAL!!!

VIVA O TIME DO POVO

VIVA O POVO

VIVA O COIRNTHIANS NOSSO DE CADA DIA!!!!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Bárbara

Minha filhota, arrebentando na bateria, apresentação de final de ano, cujo o tema foram os Beatles.

Sempre estilosa!!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Porco Mané!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

A porcada está se superando e com certeza nada pode ser menor, até o sardinhas são maiores.

Meu que esse porco tá falando??? rs

AQUI SE FAZ AQUI SE PAGA O QUE?

Que titulo o CORINTHIANS perdendo pros mulambos tirou do palmeiras??? rs

Nossa já não basta terem sido motivo de risos ao longo dessa DECADA toda ainda estão dando uma de mané total.

Porcada de boa, vcs estão falidos , acabaram de serem eliminados pelos goiabadas que estão REBAIXADOS , tanta coisa pra arrumar dentro do Chiqueirão e vcs se preocupando em entregar jogo? rs

E pior descontar o que?

NADA.

O maximo de titulo que vcs podem disputar é de musa do brasileirão.

ACORDA e avisa pro porco véio aí que ela tá caduco e totalmente equivocado na frase kkkkk.

E não falem mais das "madames" porque vcs são iguais CRUZARAM os bracinhos juntos.

E QUEM NÃO FOR CORINTHIANO VAI PQP!!!

VAI CORINTHIANS!!!